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Canto de conversas

Umas vezes em modo Zen, outras nem por isso

Canto de conversas

Umas vezes em modo Zen, outras nem por isso

E o que tem acontecido por aqui?

14
Jul21

Nada. Continua o trabalho à distância, apenas com uma presença semanal no edifício oficial.

Amanhã é dia de segunda dose da vacina e daqui a 14 dias fico mais tranquila quanto ao Covid19, pois os riscos serão menores (ainda assim, nunca descurando as regras do uso da máscara, distanciamento e higienização das mãos).

Falta menos de um mês para as férias e estou desejosa que elas cheguem. Mesmo não havendo planos para grandes viagens, só a sensação de estar offline já é muito reconfortante.

Ao fim de praticamente 18 anos, comprámos um carro novo. O carro "secundário", que servia para emergências quando o principal não estava disponível, foi roubado e foi depois encontrado co o motor completamente destruído, sendo que o arranjo era 10 vezes superior ao valor do carro. Optámos por nos desfazer dele para peças, ficar com o carro principal como carro "secundário" e arranjámos um ótimo negócio e ontem fomos buscar o nosso carro principal. Os múdos estão encantados, desde que nasceram apenas tiveram um carro e todas as novidades que este traz são "tão fixes!".

As leituras continuam em banho-maria. Muito devagar, vou lendo o livro que falei nos posts anteriores, não porque não seja bom, apenas porque a vontade de ler está adormecida. 

 

Vendo bem, têm acontecido algumas coisas por aqui. Analisando pelo lado positivo, tudo vai correndo bem. E que continue assim.

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Leitura do momento

12
Mai21

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Esta pandemia, este confinamento, ao contrário do que esperava, tirou-me a vontade de ler. Durante estes últimos 15 meses li muito pouco. Há sempre qualquer outra coisa para fazer, a Netflix e a HBO ganharam lugar. Infelizmente.

Antes do confinamento, como é sabido por aqui, vinha sempre de transportes públicos e aquela hora da manhã e/ou da tarde era sagrada: um livro sempre a acompanhar. Passar a vir de carro tirou-me esse prazer. Infelizmente.

Regressei agora aos livros. E volto a um autor (autores, na verdade) cujos livros me "agarram" até ao fim. A vontade de ler voltou. Felizmente.

E atendendo ao que se passou ontem

12
Mai21

Vamos lá a ver se daqui a duas/três semanas não temos Lisboa sujeita a uma cerca sanitária.

Não tem nada a ver com o facto de ser o Sporting, fosse com o Benfica a minha opinião era a mesma: Todos têm o direito a festejar as suas conquistas, mas na situação em que nos encontramos, todos têm o dever de ser responsáveis e não por em risco o que de positivo conseguimos até aqui.

Parabéns ao Sporting e aos Sportinguistas, pela vitória bem merecida deste Campeonato. Mas não posso deixar de censurar a falta de sensatez de alguns (e, infellizmente, foram bastantes, como vimos todos) na celebração dessa vitória.

Falta mais alguma coisa?

15
Fev21

Dois miúdos em E@D e um adulto em teletrabalho. Dois portáteis, 3 telemóveis. Um portátil tem que ser obrigatoriamente para o teletrabalho. O outro (o que antes era do pai) é usado pela miúda. O miúdo vai usando o telemóvel, mas faz-lhe falta às vezes o portátil. Não é o cenário perfeito, mas vai-se conseguindo gerir.

E o que faltava acontecer? O miúdo, sem querer, dar um pontapé no ecrã do portátil usado pela irmã e o ecrã ir à vida... obrigada Universo!

Vale agora o portátil da tia, que durante duas semanas está a trabalhar presencialmente e não precisa dele para trabalhar. Depois... olha, logo e vê...

2021 já tem quase mês e meio

13
Fev21

Um mês e meio depois do último post, bem como de entrarmos em 2021, apareço por aqui.

Sou sincera, este novo confinamento está a custar-me muito mais que o outro. Eu, que sou uma adepta confessa de estar em casa, começo a estar saturada de não sair, nem que seja ao quintal. Sim, porque se no primeiro confinamento aproveitei ao limite esse espaço, porque o bom tempo era o mote, agora, com o inverno, não há como escapar a estas "4 paredes".

Se eu já era amante do silêncio, agora ainda lhe dou ainda mais valor. Tive um "upgrade" nas minhas funções profissionais e tive um considerável aumento de trabalho em que, por vezes, é necessária grande concentração. Agora tentem arranjar esse nível de concentração numa casa com 4 pessoas, sendo que 3 delas são adpetas do "nunca estar calado". Querem pior? Acrescentem as obras no apartamento ao lado, em que estão, literalmente, a deitar tudo abaixo, para reconstruir...

Só quero que isto acabe, sinceramente. Acho que queremos todos. Mas depois, olho para aqueles que fazem e vão a festas com muita gente, sem máscaras, sem cumprimento algum das regras e percebo que ainda há muita gente que se está marimbando para o estado em que o País, o Mundo, está. Que não medem as consequências dos seus atos e que põem em riscos os outros e que fazem com que isto, afinal, nunca mais acabe...

Um ano. Estamos há praticamente 1 ano nisto. A quem está na linha da frente, todo o meu respeito, toda a minha solidariedade, todo o meu agradecimento.