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Canto de conversas

Umas vezes em modo Zen, outras nem por isso

Canto de conversas

Umas vezes em modo Zen, outras nem por isso

09 Dez, 2019

Orgulho. Muito. ❤

Participação especial com UHF, Academia Almadense, 7 de dezembro 2019. "Era de noite e levaram" "Era de noite e levaram Era de noite e levaram quem nesta cama dormia nela dormia, nela dormia. Sua boca amordaçaram Sua boca amordaçaram com panos de seda fria de seda fria, de seda fria. Era de noite e roubaram Era de noite e roubaram o que nesta casa havia na casa havia, na casa havia. Só corvos negros ficaram Só corvos negros ficaram dentro da casa vazia casa vazia, casa vazia. Rosa (...)
Tenho uma profissão que depende muito das chefias. Neste momento, trabalho diretamente com 7. Se há dias em que é difícil respirar no meio de tudo o que há para fazer, há outros, como é o caso de hoje, em que estão todos fora numa reunião e eu fico, basicamente, a olhar para as paredes. Surge assim uma ou outra coisa esporádica, mas só estou mesmo aqui hoje porque sim. Sim, sou uma privilegiada, tenho emprego e tenho dias assim. Mas felizmente que dias destes só acontecem duas (...)
A pessoa trabalha desde os 16 anos. A pessoa vai já a caminho dos 52 anos. A pessoa começa a pensar na reforma e no descanso. A pessoa só ouve outras pessoas à sua volta a dizer que depois tem que se arranjar qualquer coisa para fazer ('tipo' trabalho). A pessoa pensa que está gente é toda doida, porque levam o tempo todo a dizer que querem descansar e depois, quando têm possibilidade disso, querem trabalhar. A pessoa não é assim. Pode mesmo dizer-se que a pessoa é calona, quer (...)
05 Nov, 2019

Ausência

O Diário de Gratidão voltou a ser interrompido. Há dias em que não me apetece mesmo andar por aqui. Portanto, e porque o DdG não é uma obrigação, vou escrevendo quando me apetecer realmente. Não gosto deste tipo de obrigações que às vezes me imponho. Com esta idade já me devia conhecer e saber que vou 'desobedecer'... 
Hoje , enquanto estava na paragem, senti-me mal. Não sei se foi quebra de tensão ou outra coisa qualquer. O que sei é que o coração batia desalmadamente, a garganta apertava, o corpo cedia. Por sorte o autocarro estava mesmo a chegar e sentei-me antes que caísse. Passei metade da viagem em aflição.   E de um momento para o outro normalizei. Parecia que tinha ligado um interruptor. E a sensação de alívio é indescritível. 
Voltar a fazer crochet, agora que o tempo já refrescou de vez (a ver vamos). O poncho avança devagarinho, mas certo.   (foto um pouquinho desfocada porque o autocarro estava em andamento e também a janela estava suja)