Estamos na última semana do ano e dizem que é costume fazer-se um balanço do ano que passou. Pois. 2015 não foi um bom ano, tanto no geral como a nível pessoal. Estive a rever o que escrevi sobre 2015 e as expectativas que tinha para 2016 e verifico que este ano foi quase o oposto do ano anterior. No plano pessoal, a nível familiar três grandes problemas de saúde surgiram, deitando o meu desejo de "Saúde" praticamente por terra. Ficou a "serenidade para enfrentar tudo o que vier" mas que nem sempre foi fácil encontrar. A nível profissional, depois de um 2015 desafiante, 2016 representou o estagnar, que nem sempre é positivo. Mantive o Diário de Gratidão, escrito em parte e como resumo de dia apenas em pensamento noutra parte, para me 'obrigar' a perceber que todos os dias há algo por que agradecer, há algo positivo no meio do menos bom.
No geral... Bom, é o que se vê todos os dias. Um escalar de violência por todo o planeta, guerra, terrorismo, atentados, intolerância em todos os sentidos. Líderes mundiais cada vez mais empenhados nos seus próprios interesses. Gente inocente que sofreu e sofre por causa deles.
E mortes. Muitas mortes. Anónimos e conhecidos. Um número anormal de mortes.
2016, desculpa-me mas não vou ter saudades de ti.
(E se me falarem do futebol e do Euro, isso é tão pequenino comparado com o que falei aqui que não consegue fazer praticamente peso na balança)