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Canto de conversas

Umas vezes em modo Zen, outras nem por isso

Canto de conversas

Umas vezes em modo Zen, outras nem por isso

15.02.21

Falta mais alguma coisa?

Carla

Dois miúdos em E@D e um adulto em teletrabalho. Dois portáteis, 3 telemóveis. Um portátil tem que ser obrigatoriamente para o teletrabalho. O outro (o que antes era do pai) é usado pela miúda. O miúdo vai usando o telemóvel, mas faz-lhe falta às vezes o portátil. Não é o cenário perfeito, mas vai-se conseguindo gerir.

E o que faltava acontecer? O miúdo, sem querer, dar um pontapé no ecrã do portátil usado pela irmã e o ecrã ir à vida... obrigada Universo!

Vale agora o portátil da tia, que durante duas semanas está a trabalhar presencialmente e não precisa dele para trabalhar. Depois... olha, logo e vê...

17.07.20

A miúda ontem pregou-nos um susto.

Carla

Estava a ver televisão junto à janela aberta e, de repente, começa a gritar que tem o olho a sangrar. Assustámo-nos a ver o olho direito cheio de sangue, mas assim que o limpamos com soro, vimos que o sangue tinha desaparecido e o olho estava sem qualquer problema, e ela estava a ver perfeitamente, apenas sentia que tinha um ligeiro arranhar na parte interior da pálpebra. A hipótese que pusemos foi que um bicho a terá picado (tem uma pequena borbulha na pálpebra) e que a reação dela terá sido coçar. Como a miúda está a deixar crescer as unhas, provavelmente fez um pequeno corte na parte de dentro da pálpebra e daí o sangramento. Durante a noite foi vigiada, mas até esta hora está tudo normal. Mesmo assim, a visão do olho dela cheio de sangue foi assutadora.

Estes miúdos...

16.04.20

Desabafo:

Carla

Isto de estudar em casa até podia correr bem, mas quando os professores da mesma turma utilizam plataformas diferentes para contactar com os alunos (escola virtual da Porto Editora, Escola Virtual da Leya, Classroom da Google, GMail...), torna-se complicada a organização, especialmente quando só há um PC para dois alunos de anos diferentes (vão valendo os smartphones).

 

07.04.20

#nosficamosemcasa

Carla

Faz hoje duas semana que estou a trabalhar a partir de casa. Sou, sempre fui, uma pessoa caseira. Adoro estar em casa. Por isso, para mim, esta fase está a ser pacífica.

Mas cá em casa, a coisa está 50/50. Eu e o meu filho do meio estamos como queremos, já o pai e a filha começam a desesperar com o confinamento. O pai, de vez em quando, ainda vai à mercearia da esquina comprar pão e foi uma vez, desde que estamos todos em casa, fazer as compras do mês, para que nada nos falte durante o máximo tempo possível que estivermos confinados (nada de açambarcamentos, só mesmo o que precisamos).

Agora a filha, tirando as idas ao quintal (quando não chove), não saiu uma única vez e começa a ficar muito  triste e desanimada. Sente saudade da presença física dos amigos, sente saudades dos treinos e das atuações, sente saudades do ar livre. Anteontem, fui dar com ela à uma da manhã com as baquetas na mão (mas sem bombo, claro) a treinar, sentada na cama e com a saudade espelhada nos olhos.

É duro, mas, como lhe expliquei já várias vezes, fazemos isto para que, o mais breve possível, possamos voltar a abraçar, beijar, festejar, brincar ao vivo com os nossos familiares, com os nossos amigos. Para que aqueles que continuam a sair todos os dias para trabalhar (como a tia e o irmão mais velho), saibam que pensamos neles e que fazemos este insignificante 'sacrifício' por eles.

No fim disto tudo, não vai ficar tudo bem para todos, claro que não. Mas por aqui fazemos a nossa parte para que no fim disto tudo, tudo fique o melhor possível.

20.03.20

Até a Primavera ficou fechada em casa

Carla

IMG_20200320_081808.jpg

Já eu, continuo a vir trabalhar até a empresa arranjar os acessos para poder trabalhar em casa. 

Entretanto, deixei de vir de autocarro. Podendo, prefiro vir na (suposta) segurança do meu carro. 

Tenho os dois filhos e o marido em casa. Quando chego, abrem-me a porta e vou direita à casa de banho, onde já está tudo preparado, e entro no duche, sem tocar em nada. Só depois os cumprimento, voltando à vida (a) normal de casa.

O filho mais velho, que já não vive comigo, também continua a trabalhar. Na recepção de um hotel, com todos os riscos que isso acarreta nesta altura. 

Já dei por mim a chorar sozinha. E a minha situação pessoal e profissional nem é das piores.

Nunca o desejo de Saúde a cada passagem de ano fez tanto sentido. As pessoas despedem-se com um "saúde" em vez do "adeus" ou "até logo" de outras épocas (que me parecem longínquas!).

 

Estranhos tempos estes. Daqueles que apenas conhecíamos dos livros... 

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